O perigo escondido nos alicates de cutícula: a ameaça silenciosa que pode colocar sua saúde em risco

 

Riscos invisíveis de um serviço que pode comprometer sua saúde

Você já se perguntou quantas pessoas utilizaram aquele alicate de cutícula antes de você?

A pergunta pode parecer exagerada, mas a resposta pode representar um risco real à sua saúde. Pequenos ferimentos provocados durante procedimentos de manicure e pedicure podem abrir uma porta invisível para a transmissão de doenças graves, incluindo hepatite B, hepatite C e outras infecções transmitidas pelo sangue.

O problema é que, muitas vezes, o perigo não está na profissional que realiza o atendimento, mas nos instrumentos utilizados e na forma como eles são higienizados, esterilizados e armazenados.

O sangue que você não vê

Durante a retirada da cutícula, é comum ocorrerem microlesões e pequenos sangramentos. Em muitos casos, o sangue sequer é percebido pelo cliente. Porém, quantidades microscópicas podem permanecer em alicates, espátulas, tesouras e outros instrumentos perfurocortantes.

Quando esses materiais são reutilizados sem um processo adequado de esterilização, existe o risco de transmissão de agentes infecciosos entre clientes. Embora os riscos possam ser reduzidos por meio de protocolos adequados de esterilização, ainda existe uma parcela do mercado que não adota procedimentos compatíveis com a importância do serviço prestado. Quando falamos em instrumentos que entram em contato com pele e sangue, não há espaço para improvisação.

O Ministério da Saúde alerta que doenças como hepatites virais entre outras podem ser transmitidas por instrumentos contaminados quando há contato com sangue. Por isso, mais importante do que escolher a cor do esmalte é saber quem está cuidando das suas unhas e quais protocolos estão sendo adotados para proteger sua saúde.

Afinal, um alicate contaminado pode deixar marcas muito mais profundas do que uma cutícula mal feita.

Foi observando esse problema que nasceu a SUA HORA UNHA

Há mais de uma década, quando o mercado de esmalterias ainda dava seus primeiros passos no Brasil, a cirurgiã-dentista Paula Faria enxergou uma situação que a incomodava profundamente: milhares de mulheres frequentavam salões de beleza sem qualquer garantia sobre os processos de biossegurança adotados.

Acostumada aos rigorosos protocolos da área da saúde, ela percebeu que instrumentos perfurocortantes utilizados diariamente em procedimentos de manicure recebiam, em muitos estabelecimentos, cuidados muito diferentes daqueles exigidos em ambientes clínicos.

Dessa inquietação nasceu a SUA HORA UNHA. A proposta era simples, mas revolucionária: levar para o segmento de beleza protocolos inspirados na área da saúde, transformando a biossegurança em um diferencial competitivo e não apenas em uma obrigação na maioria dos espaços não praticada.

Ao longo dos anos, a rede estruturou processos padronizados, utilização de autoclaves para esterilização dos instrumentais, kits descartáveis, equipamentos de proteção individual e treinamento contínuo das equipes. Mais do que oferecer serviços de unhas, a empresa passou a defender uma cultura de cuidado, prevenção e responsabilidade.

Hoje, enquanto muitos consumidores começam a questionar a origem dos materiais utilizados nos serviços de manicure, cresce também o interesse de empreendedores que enxergam valor em negócios baseados em profissionalização, padronização e segurança.

Em um mercado cada vez mais exigente, a confiança tornou-se um dos ativos mais importantes de uma marca. E confiança se constrói nos detalhes que o cliente não vê, mas que fazem toda a diferença para sua saúde. Porque beleza deve gerar autoestima. Nunca risco.

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